o futuro é Agora

Em tempos de Rio+20 e Código Florestal, recomendo a leitura das "recordações alucinatórias" do embaixadorMarcos de Azambuja sobre a Eco 92 na edição de maio da revista Piauí. O artigo irreverente de Azambuja nos traz o clima de 20 anos atrás, quando a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimentotransformou o Rio de Janeiro numa espécie de Woodstockverde, ao atrair para a cidade chefes de Estado, caciques, líderes espirituais, artistas, economistas e toda a sorte de facções ambientalistas.

Em suas "memórias pouco diplomáticas", o embaixador destaca o êxito da Conferência de 92, da qual ele foi o coordenador – "foi um dos momentos mais importantes da diplomacia depois da Segunda Guerra Mundial e, de fato, alterou os rumos e as prioridades das relações entre os povos". Mas ele não deixa de fazer alguns reparos, que servem de advertência aos negociadores da Rio+20. "Havia ambições que me pareciam excessivas. O desenho de uma agenda para o século XXI (a Agenda 21) continha um elemento de ingenuidade e de ambição excessiva, ao presumir que o futuro aceitaria ser definido e programado pelo passado. A posteridade sempre estará ocupada com os desafios de seu próprio tempo, sem olhar muito – ou mesmo sem olhar nada – para trás."

A nós, habitantes do século XXI, cabe buscar já as soluções para os graves problemas do planeta, uma equação capaz de conciliar a necessidade de se aumentar a produção de alimentos sem destruir a natureza, em vez de ditar regras para os futuros habitantes do século XXII. É justamente essa a proposta da reportagem de capa, que apresenta 20 lições para uma agricultura saudável. Soluções práticas, que já estão sendo aplicadas e merecem o apoio dos governos – de ecofogão e cisterna, ferramentas que ajudam o sertanejo a conviver com a seca, a tecnologias como a integração lavoura-pecuária-floresta, que tem potencial para recuperar 100 milhões de hectares de pastosdegradados pelo Brasil afora. Medidas para o curto e médio prazo, porque, no longo prazo, como dizia o economista britânico John Maynard Keynes, estaremos todos mortos.

fonte:http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI309954-18095,00-O+FUTURO+E+AGORA.html

Cacau, uma opção saborosa contra o desmatamento na Amazônia

Uma fábrica de chocolate à beira da estrada Transamazônica no estado do Pará (norte), perto da cidade de Medicilândia, funciona como um antídoto saboroso para o problema de desmatamento na Amazônia.

"Por décadas, a Transamazônica foi sinônimo de crimes contra o meio ambiente. Nós passávamos uma imagem de destruição da Amazônia que queremos mudar com esta iniciativa", conta Ademir Venturim, presidente da cooperativa de 40 pequenos produtores da "Fábrica de Chocolate".

Sentado em frente à fábrica, junto ao muro de cor amarelo brilhante da marca "Cacauway", Ademir explica: "Para nós, a fábrica é uma experiência que pode ser replicada em toda a Amazônia: ao dar valor aos produtos da Amazônia, criar emprego e renda, poderemos promover o desenvolvimento econômico, social e ambiental desejado pela Rio+20".

A Conferência das Nações Unidas Rio+20 quer definir uma economia mais verde e mais social para o planeta, que inclua a proteção e restauração dos recursos naturais como a Amazônia, ainda virgem em 80%.

Localizada no sudoeste do Pará, um dos estados que foi mais desmatado para dar lugar à agricultura e exploração madeireira, a fábrica começou a comercializar seus produtos em pequenas lojas da região.

"Alcançamos um mercado bem acima das nossas expectativas", comemora Ademir.

Os sacos de cacau que são processados mantêm o nome do seu produtor: Enivaldo Andrade Pereira.

"A fábrica é uma das melhores coisas que aconteceram na região", afirma Enivaldo, salientando que paga 50% mais do que os grandes produtores de chocolate do país.

Sua fazenda, o "Sítio Almeida", é um exemplo do que foi a história da região e de sua comunidade, que recebeu o nome de Emilio Garrastazu Médici, presidente entre 1969-1974, os anos mais duros de ditadura, e que planejou a construção da Transamazônica para colonizar a floresta.

O pai de Enivaldo chegou na década de 1970, incentivado pelo regime militar (1964-85) e, como muitos, ele desmatou a floresta para fazer pastos e plantações de cana de açúcar. Depois, passou a plantar o cacau.

Esta área arborizada é cercada por pastagens e foi replantada com 12.000 pés de cacau intercalados por 400 pés de mogno e outras espécies amazônicas.

Outra cultura que está ganhando terreno nesta região é o cacau orgânico. Ele é vendido pelo dobro do preço e tem acesso ao lucrativo mercado dos melhores chocolates internacionais.

Darcirio Vronski é o pioneiro de uma cooperativa de 23 famílias que produzem o cacau orgânico, vendido ao fabricante austríaco Zotter.

"Depois de trocar a cana pelo cacau, fui muito criticado, mas aqueles que continuaram com a cana têm degradado a terra, enquanto a nossa terra tem se mantido incrivelmente fértil", comenta, com orgulho.

O Estado do Pará é um dos maiores produtores de cacau, um produto da Amazônia que foi desenvolvido na região em detrimento da floresta, mas que hoje é visto como uma grande oportunidade para o reflorestamento.

"Antes, nós plantávamos destruindo a floresta, agora nós recuperamos áreas degradadas com produtos da Amazônia que fornecem renda para o produtor", explica Sebastião Augusto, professor na Universidade Federal do Pará.

"O cacau precisa de sombra e o que se propõe agora é alternar sua cultura com a de outras árvores amazônicas como o mogno, a castanheira ou o ipê, plantas nativas", afirma João Batista, diretor de uma ONG que apoia a agricultura familiar.

O Brasil anunciou recentemente a menor taxa de desmatamento em sua história em 2011, 6.418 km2 após um pico de 27.000 km2 em 2004.

fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/cacau-uma-opcao-saborosa-contra-o-desmatamento-na-amazonia

Região cacaueira participa hoje na Conferência Rio+20

Um projeto piloto aplicado na zona rural de Barro Preto, no sul da Bahia, desenvolvido pela CEPLAC - Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, tem apresentado uma nova forma de produzir cacau através das variáveis econômica, social e ambiental e será apresentado, como modelo, na Conferência Mundial das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável (Rio+20), hoje (19).


O projeto piloto intitulado: “Conservação Produtiva da Região Cacaueira da Bahia”, é o resultado da atividade técnica de conservação dos remanescentes florestais, conforme legislação ambiental, propondo ao mesmo tempo a inclusão social e a sensibilização dos produtores rurais.

Para o superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart, esse é um momento importante para a região. “Isso abre caminho para que num futuro próximo, sejam adotadas políticas públicas de estado para o cultivo, com crédito e incentivos” diz.

Inicialmente o modelo foi aplicado em 12 propriedades, onde foram separados entre dois e cinco hectares para o experimento, no intuito de promover a revitalização do cultivo do cacaueiro através do sistema ecológico agroflorestal Cabruca, que consiste no cultivo do cacau sob a sombra da vegetação, remanescente da Mata Atlântica.

A conservação produtiva visa também orienta e educar produtores rurais a cultivarem por meio do uso racional da terra, promovendo fortalecimento do solo e preservação da biodiversidade. E conta com o apoio do Centro Mars de Ciência do Cacau, Prefeitura Municipal de Barro Preto e Sindicato dos Produtores Rurais da cidade.

O projeto faz uso de tecnologias sustentáveis, possibilitando a utilização do sistema de rastreamento global (GPS) das árvores, método conhecido como georreferenciamento. Tendo como uma de suas ações: a identificação, o resgate, proteção e plantio de espécies arbóreas que servem de sombreamento para o cacau.

“Pretende-se, com isso, incentivar o plantio de espécies ameaçadas de extinção, como o Pau Brasil e o Jequitibá. Com o auxilio do equipamento catalogamos as espécies, altura, diâmetro e a localização de cada árvore dentro do terreno”, explicou o Chefe de Núcleo de Extensão da Ceplac, Ednaldo Ribeiro Bispo.

Os resultados alcançados nas áreas testadas mostram que a produtividade saltou de oito arrobas por hectare, para 30 arrobas já no primeiro ano. Desta forma, além de preservação ambiental, houve um aumento na rentabilidade dos produtores e a melhoria na qualidade de vida. Fonte: Mercado do Cacau

Embarque é normalizado na rodoviária de salvador

Os ônibus intermunicipais começaram a seguir viagem saindo da rodoviária de Salvador pouco depois das 8h desta terça-feira (19) após paralisação de rodoviários nas primeiras horas da manhã.

"Liberamos todas as 14 empresas no horário marcado. Estivemos na porta de cada empresa, mas todas já nomalizaram", afirmou Manoel Machado, diretor do Sindicato dos Rodoviários da Bahia. O desembarque de passageiros não foi afetado.

"Esse é um protesto contra a falta de segurança no estado e contra a atuação de clandestinos, que tiram o emprego de companheiros", disse o sindicalista. Em relação à violência, ele se refere às mortes de dois rodoviários em estradas da Bahia durante o final de semana.

A informação da Agerba é de que na noite de segunda-feira (18) o movimento de embarque e desembarque ocorreu normalmente.

fonte:http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/06/apos-paralisacao-embarque-e-normalizado-na-rodoviaria.html

Um conselho de toda a produção do itagi cidade das aguas pra galera que vai curtir o são joão fora se beber não dirija o blog apoia essa capamnha.






Festa Do São Pedro de Itagi-Bahia 2012

Dias divulgados do são pedro 2012 de itagi-bahia 6,7 e 8 de julho!
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