Milhares de peixes são mortos e boiam em açude no interior da Bahia
Itagi são pedro 2012
começa hoje pessoal o são pedro 2012 nesse momento faz muito frio em itagi-ba e para esquenta tome um capeta na barraca santo capeteiro não aceite imitação procure barraca santo capeteiro o melhor da praça !!!!
Frutiovinocultura é alternativa para semiárido
Fruticultores de áreas irrigadas do Vale do São Francisco, no semiárido nordestino, estão aproveitando o potencial de adaptação dos ovinos à região de seca para estimular uma das modalidades da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta: a frutiovinocultura. A modalidade tem sido implantada com o apoio da Embrapa Semiárido para aumentar a produtividade e a rentabilidade das áreas de cultivo irrigado de frutas, especialmente uva e manga. Por possuírem menor porte que os bovinos, causarem menos danos aos pomares e privilegiarem o pastejo de plantas herbáceas, os ovinos são os mais recomendados para a criação nessa modalidade.
O consórcio possibilita ainda a redução de custos com capinas manuais, roçagens mecânicas e aplicação de herbicidas, já que os ovinos se alimentam das plantas daninhas. A médio e longo prazos, os produtores também podem ter vantagens com a redução de custos com adubação química, em virtude da deposição dos dejetos nas áreas, além do esterco que é retirado no aprisco. Além disso, na maioria dos casos, associar o plantio das frutas com a criação desses animais não envolve a contratação de mais mão-de-obra.
o futuro é Agora

Em tempos de Rio+20 e Código Florestal, recomendo a leitura das "recordações alucinatórias" do embaixadorMarcos de Azambuja sobre a Eco 92 na edição de maio da revista Piauí. O artigo irreverente de Azambuja nos traz o clima de 20 anos atrás, quando a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimentotransformou o Rio de Janeiro numa espécie de Woodstockverde, ao atrair para a cidade chefes de Estado, caciques, líderes espirituais, artistas, economistas e toda a sorte de facções ambientalistas.
Em suas "memórias pouco diplomáticas", o embaixador destaca o êxito da Conferência de 92, da qual ele foi o coordenador – "foi um dos momentos mais importantes da diplomacia depois da Segunda Guerra Mundial e, de fato, alterou os rumos e as prioridades das relações entre os povos". Mas ele não deixa de fazer alguns reparos, que servem de advertência aos negociadores da Rio+20. "Havia ambições que me pareciam excessivas. O desenho de uma agenda para o século XXI (a Agenda 21) continha um elemento de ingenuidade e de ambição excessiva, ao presumir que o futuro aceitaria ser definido e programado pelo passado. A posteridade sempre estará ocupada com os desafios de seu próprio tempo, sem olhar muito – ou mesmo sem olhar nada – para trás."
A nós, habitantes do século XXI, cabe buscar já as soluções para os graves problemas do planeta, uma equação capaz de conciliar a necessidade de se aumentar a produção de alimentos sem destruir a natureza, em vez de ditar regras para os futuros habitantes do século XXII. É justamente essa a proposta da reportagem de capa, que apresenta 20 lições para uma agricultura saudável. Soluções práticas, que já estão sendo aplicadas e merecem o apoio dos governos – de ecofogão e cisterna, ferramentas que ajudam o sertanejo a conviver com a seca, a tecnologias como a integração lavoura-pecuária-floresta, que tem potencial para recuperar 100 milhões de hectares de pastosdegradados pelo Brasil afora. Medidas para o curto e médio prazo, porque, no longo prazo, como dizia o economista britânico John Maynard Keynes, estaremos todos mortos.
fonte:http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI309954-18095,00-O+FUTURO+E+AGORA.html
Cacau, uma opção saborosa contra o desmatamento na Amazônia
Uma fábrica de chocolate à beira da estrada Transamazônica no estado do Pará (norte), perto da cidade de Medicilândia, funciona como um antídoto saboroso para o problema de desmatamento na Amazônia.
"Por décadas, a Transamazônica foi sinônimo de crimes contra o meio ambiente. Nós passávamos uma imagem de destruição da Amazônia que queremos mudar com esta iniciativa", conta Ademir Venturim, presidente da cooperativa de 40 pequenos produtores da "Fábrica de Chocolate".
Sentado em frente à fábrica, junto ao muro de cor amarelo brilhante da marca "Cacauway", Ademir explica: "Para nós, a fábrica é uma experiência que pode ser replicada em toda a Amazônia: ao dar valor aos produtos da Amazônia, criar emprego e renda, poderemos promover o desenvolvimento econômico, social e ambiental desejado pela Rio+20".
A Conferência das Nações Unidas Rio+20 quer definir uma economia mais verde e mais social para o planeta, que inclua a proteção e restauração dos recursos naturais como a Amazônia, ainda virgem em 80%.
Localizada no sudoeste do Pará, um dos estados que foi mais desmatado para dar lugar à agricultura e exploração madeireira, a fábrica começou a comercializar seus produtos em pequenas lojas da região.
"Alcançamos um mercado bem acima das nossas expectativas", comemora Ademir.
Os sacos de cacau que são processados mantêm o nome do seu produtor: Enivaldo Andrade Pereira.
"A fábrica é uma das melhores coisas que aconteceram na região", afirma Enivaldo, salientando que paga 50% mais do que os grandes produtores de chocolate do país.
Sua fazenda, o "Sítio Almeida", é um exemplo do que foi a história da região e de sua comunidade, que recebeu o nome de Emilio Garrastazu Médici, presidente entre 1969-1974, os anos mais duros de ditadura, e que planejou a construção da Transamazônica para colonizar a floresta.
O pai de Enivaldo chegou na década de 1970, incentivado pelo regime militar (1964-85) e, como muitos, ele desmatou a floresta para fazer pastos e plantações de cana de açúcar. Depois, passou a plantar o cacau.
Esta área arborizada é cercada por pastagens e foi replantada com 12.000 pés de cacau intercalados por 400 pés de mogno e outras espécies amazônicas.
Outra cultura que está ganhando terreno nesta região é o cacau orgânico. Ele é vendido pelo dobro do preço e tem acesso ao lucrativo mercado dos melhores chocolates internacionais.
Darcirio Vronski é o pioneiro de uma cooperativa de 23 famílias que produzem o cacau orgânico, vendido ao fabricante austríaco Zotter.
"Depois de trocar a cana pelo cacau, fui muito criticado, mas aqueles que continuaram com a cana têm degradado a terra, enquanto a nossa terra tem se mantido incrivelmente fértil", comenta, com orgulho.
O Estado do Pará é um dos maiores produtores de cacau, um produto da Amazônia que foi desenvolvido na região em detrimento da floresta, mas que hoje é visto como uma grande oportunidade para o reflorestamento.
"Antes, nós plantávamos destruindo a floresta, agora nós recuperamos áreas degradadas com produtos da Amazônia que fornecem renda para o produtor", explica Sebastião Augusto, professor na Universidade Federal do Pará.
"O cacau precisa de sombra e o que se propõe agora é alternar sua cultura com a de outras árvores amazônicas como o mogno, a castanheira ou o ipê, plantas nativas", afirma João Batista, diretor de uma ONG que apoia a agricultura familiar.
O Brasil anunciou recentemente a menor taxa de desmatamento em sua história em 2011, 6.418 km2 após um pico de 27.000 km2 em 2004.
fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/cacau-uma-opcao-saborosa-contra-o-desmatamento-na-amazonia
Região cacaueira participa hoje na Conferência Rio+20
Um projeto piloto aplicado na zona rural de Barro Preto, no sul da Bahia, desenvolvido pela CEPLAC - Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, tem apresentado uma nova forma de produzir cacau através das variáveis econômica, social e ambiental e será apresentado, como modelo, na Conferência Mundial das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável (Rio+20), hoje (19).
Embarque é normalizado na rodoviária de salvador
Os ônibus intermunicipais começaram a seguir viagem saindo da rodoviária de Salvador pouco depois das 8h desta terça-feira (19) após paralisação de rodoviários nas primeiras horas da manhã.
"Liberamos todas as 14 empresas no horário marcado. Estivemos na porta de cada empresa, mas todas já nomalizaram", afirmou Manoel Machado, diretor do Sindicato dos Rodoviários da Bahia. O desembarque de passageiros não foi afetado.
"Esse é um protesto contra a falta de segurança no estado e contra a atuação de clandestinos, que tiram o emprego de companheiros", disse o sindicalista. Em relação à violência, ele se refere às mortes de dois rodoviários em estradas da Bahia durante o final de semana.
A informação da Agerba é de que na noite de segunda-feira (18) o movimento de embarque e desembarque ocorreu normalmente.
fonte:http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/06/apos-paralisacao-embarque-e-normalizado-na-rodoviaria.html
Um conselho de toda a produção do itagi cidade das aguas pra galera que vai curtir o são joão fora se beber não dirija o blog apoia essa capamnha.Festa Do São Pedro de Itagi-Bahia 2012
Dias divulgados do são pedro 2012 de itagi-bahia 6,7 e 8 de julho!festejos juninos culinaria

O bolo de milho não pode faltar na mesa de comidas típicas juninas. Lorena ensina a prática receita do bolo flocão, que já é tradição na sua família de Barreiras, no oeste da Bahia. "É só chegar a época de São João que tem o bolo em casa", diz Lorena.
Confira os ingredientes:
- 4 ovos
- 4 xícaras de chá de leite
- 1 xícara e meia de flocos de milho
- 2 colheres de sopa de farinha de trigo
- 1 pacote pequeno de queijo ralado
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- 2 xícaras de chá de açúcar
- 2 colheres de sopa de margarina
Modo de preparo:
O bolo é todo feito no liquidificador. Primeiro os ovos devem ser batidos no liquidificador por cerca de três minutos. Em seguida acrescente o leite, a margarina, o açúcar, a farinha de trigo, os flocos e bata até misturar. Na próxima etapa junte o queijo, o fermento e uma pitada de sal, e pulse por alguns segundos. Coloque a mistura em uma forma untada com margarina e farinha e leve ao forno alto até dourar. Depois de pronto, o bolo fica dividido em camadas, como se tivesse sido recheado.
"Se bater demais com o queijo ele vai misturar bastante e não vai ficar com cremosidade, vai ficar mais seco"
A NOVA NOVELA DA GLOBO `GABRIELA´

SECA NO NORDESTE

As últimas cidades listadas são: Água Fria, Aramari, Bom Jesus da Lapa, Caraíbas, Coração de Maria, Inhambupe, Ipecaetá, Itapicuru, Itatim, Jacobina, Malhada, Nova Canaã, Palmeiras, Piripá, Ribeirão do Largo, São Félix do Coribe, São José do Jacuípe, Sítio do Mato, Sobradinho, Souto Soares e Utinga. O Ministério divulga a lista completa das cidades através da Secretaria Geral da Defesa Civil.
O Ministério da Integração Nacional liberou verba de R$ 15.789.724 milhões para obras de combate aos efeitos da seca na Bahia no dia 4 de junho. Além do valor, outro montante de R$ 3,9 milhões foi antecipado diante da urgência na execução das ações e o repasse do restante das parcelas estará condicionado à aprovação de um plano de trabalho.
O prazo estipulado pelo Ministério da Integração para que as obras e serviços sejam executados é de um ano, contando a partir do pagamento da primeira parcela dos recursos. O governador Jaques Wagner garantiu obras em adutoras. “Temos investimento de R$ 400 milhões em quatro adutoras. Ainda em 2012 a maioria deve estar pronta”, afirma.
GREVE DOS PROFESSORES AFETA TODA BAHIA

A greve dos professores estaduais na Bahia completa dois meses nesta sexta-feira (8). Na segunda-feira, os alunos não devem voltar às aulas, já que a assembleia dos professores está marcada só para terça-feira.
No início da semana, o governo ofereceu uma proposta de reajuste de 22% para os professores sem nível superior e de 6,5% para os outros, mais avanço de 7% em novembro deste ano e 7,5% em abril de 2013. Para ter direito a esse aumento, os professores teriam que passar por cursos de qualificação. Com esta proposta, segundo o governo, a categoria teria um ganho real de até 26%.
Na quinta-feira (7), os professores se reuniram em assembleia e disseram que estão dispostos a negociar. Mas a categoria afirmou que, se a categoria mantiver esta proposta, a greve continua, pelo menos, até o São João.
São 1,1 milhão de estudantes sem aula há dois meses. O prejuízo é ainda maior para quem vai fazer vestibular, já que a maioria das provas é em novembro, assim como o Enem.
Canjica de Milho verde Para o são joão

INGREDIENTES
- 20 espigas de milho verde
- 1 kg de açúcar
- 1 xícara de manteiga ou margarina
- 1 caixa de creme de leite
- 5 litros de leite
- Sal a gosto
- 1 coco
- Canela a gosto
MODO DE PREParo
- Descasque o milho e corte, passe o milho no liquidificador com o leite
- Esprema em um escorredor de macarrão
- Passe na peneira fina
- Misture todos os outros ingredientes, leve ao fogo brando, mexendo sem parar com uma colher de pau até abrir fervura
- Quando engrossar bater bem para não empelotar
- Depois de bater deixe cozinhar por 30 minutos, sempre mexendo
- Colocar nas travessas e colocar por cima canela em pó
Igreja de itagi localizada na praça são jose onde se tornou um ponto turistico de itagi-ba,onde todos os fies de itagi se encotra aos domingos para depositarem suas fè no santo são jose padoeiro da cidade de itagi-ba.A igreja tem um relogio paraquial que marca as horas e sim desperta todos os moradores itagi-ba com seu som inusistrado.
o cacau è um lavoura tipica da região de itagi-ba sul do estado da Bahia onde foi a maior fonte de renda dos fazedeiroMarcadores
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